Os dois na mesma sessão
O formato mais comum da terapia de casal: vocês dois comigo, por vídeo, no mesmo horário. Se estiverem em lugares diferentes, funciona do mesmo jeito — cada um de onde estiver.
Terapia de casal online
Um lugar onde dá para falar sem virar briga. Com os dois na mesma sessão, ou com você sozinha, se preferir começar assim.
Talvez esteja assim entre vocês
Terapia de casal não decide por vocês se ficam ou se separam. Ela devolve a conversa que sumiu — e é a partir dela que vocês escolhem.
Duas formas de começar
O formato mais comum da terapia de casal: vocês dois comigo, por vídeo, no mesmo horário. Se estiverem em lugares diferentes, funciona do mesmo jeito — cada um de onde estiver.
Muita gente chega assim: querendo entender o próprio lugar na relação antes de propor qualquer coisa ao outro. Também atendo desse jeito, e é um começo legítimo — não um plano B.
Um espaço onde os dois podem falar — e, principalmente, ser escutados.
Quem vai atender vocês
Sou Cristine Dias, psicóloga, formada em Psicologia em 1986 e pós-graduada em Terapia de Casais pelo Núcleo Dr. Moisés Groisman, referência em terapia de família e casal no Rio de Janeiro.
Atender casal não é atender duas pessoas ao mesmo tempo. É trabalhar com o que acontece entre elas — e isso pede formação própria, que é o que fui buscar.
O que eu não faço: tomar partido, dizer quem está certo, nem decidir por vocês o que fazer com a relação. O que eu faço é sustentar uma conversa que sozinhos vocês já tentaram ter, e não conseguiram.
Cristine Dias
Psicóloga
Perguntas frequentes
Acontece com frequência, e não impede nada. Você pode começar sozinha, trabalhando o seu lugar na relação. Muita vez o outro se interessa depois, ao ver a mudança na conversa em casa — e muita vez não se interessa, e ainda assim o trabalho vale para você.
Funciona. Cada um entra de onde estiver, pelo seu próprio aparelho. Para casais que viajam a trabalho, moram em cidades diferentes ou já estão morando separados, costuma ser a única forma viável de manter as sessões acontecendo.
Pode ser que sim, e não tem problema. A diferença é que ali existe alguém para segurar a conversa quando ela começa a descarrilhar, e para trazer de volta ao que interessa. A briga que acontece na sessão costuma ser mais útil que a que acontece na cozinha.
Para nenhum dos dois, e para os dois. Não é meu papel decidir o destino da relação de vocês. Alguns casais saem daqui reconstruídos, outros saem separando com menos destruição do que separariam sozinhos. O que a terapia faz é devolver clareza para que a escolha seja de vocês.
Não. Meu compromisso é com a relação, não com um dos lados. Isso às vezes frustra quem chega esperando que eu diga quem está certo — mas é justamente essa neutralidade que faz o espaço ser seguro para os dois falarem.
Faz, desde que os dois queiram estar ali. Não prometo reconciliação, e desconfie de quem promete. O que posso oferecer é um lugar onde essa conversa aconteça sem os dois se destruírem no processo, seja para reconstruir, seja para se despedir.
O valor é combinado na nossa primeira conversa, junto com os horários disponíveis. Prefiro falar sobre isso com vocês, entendendo o caso, do que deixar um número solto numa página.
No momento o atendimento é particular, sem convênios. Emito recibo, para que possam solicitar reembolso ao plano ou declarar no imposto de renda.
Não precisa chegar com os dois de acordo, nem saber explicar direito o que está acontecendo. A gente organiza isso na conversa.
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